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Hoje quero indicar um livro que me impactou, e continua impactando até hoje. O escritor, Brennan Manning, fala sobre o amor do Pai e a graça revelada de uma maneira única. Costumo dizer que, ninguém é mais o mesmo depois desse livro.

Abaixo, está o início do livro…Se puder compre, se não, baixe na internet, mas não deixe de ler esse livro. Você vai descobrir o amor de Deus que não é pregado nos  nossos altares. Vai conhecer o Jesus que não frequenta mais nossos cultos. Vai compreender a profundidade da graça e do perdão do Abba.

É para você, que assim como eu, se olha no espelho e sabe que é uma fraude, se sente exaurido e desgastado pela caminhada, e tem lutado com dificuldade para manter o foco e não desanimar, embora esteja já nessa condição.

Amados…há esperança!

Pregando em 2006, Bill Hybels disse que quando chegarmos no céu será feita apenas uma pergunta para nós:

Quem pagará o preço pelo seu pecado?

A minha escolha já foi feita. Eu aceito a graça.

“O evangelho maltrapilho foi escrito com um público leitor específico em mente.
Este livro não é para os superespirituais.
Não é para os cristãos musculosos que têm John Wayne como herói, e não a Jesus.
Não é para acadêmicos que aprisionam Jesus na torre de marfim da exegese.
Não é para gente barulhenta e bonachona que manipula o cristianismo a ponto de torná-lo um simples apelo ao emocionalismo.
Não é para os místicos de capuz que querem mágica na sua religião.
Não é para os cristãos “aleluia”, que vivem apenas no alto da montanha e nunca visitaram o vale da desolação.
Não é para os destemidos que nunca derramaram lágrimas.
Não é para os zelotes ardentes que se gabam com o jovem rico dos Evangelhos: “Guardo todos esses mandamentos desde a minha juventude”.
Não é para os complacentes, que ostentam sobre os ombros um sacolão de honras, diplomas e boas obras, crendo que efetivamente chegaram lá.
Não é para os legalistas, que preferem entregar o controle da alma a regras a viver em união com Jesus.
O evangelho maltrapilho foi escrito para os dilapidados, os derrotados e os exauridos.
Ele é para os sobrecarregados que vivem mudando o peso da mala pesada de uma mão para a outra.
E para os vacilantes e de joelhos fracos, que sabem que não se bastam de forma alguma e são orgulhosos demais para aceitar a esmola da graça admirável.
É para os discípulos inconsistentes e instáveis cuja azeitona vive caindo para fora da empada.
É para homens e mulheres pobres, fracos e pecaminosas com falhas hereditárias e talentos limitados.
É para vasos de barro que arrastam pés de argila.
É para os recurvados e contundidos que sentem que sua vida é um grande desapontamento para Deus.
E para gente inteligente que sabe que é estúpida, é para discipulos honestos que admitem que são canalhas.
O evangelho maltrapilho é um livro que escrevi para mim mesmo e para quem quer que tenha ficado desencorajado ao longo do Caminho.”