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Pois te esquecerás dos teus sofrimentos e deles só terás lembrança como de águas que passaram. (Jó 11.16.)

Jó era o homem mais rico do Oriente. Ele temia a Deus, apartava-se do mal, era íntegro e reto. Certo dia, porém, a tribulação bateu à sua porta. Os bois e jumentas que pasciam no campo foram subitamente roubados pelos sabeus, e, com exceção do mensageiro, todos os servos foram mortos com violência. Quanto aos rebanhos, caiu fogo do céu repentinamente, consumindo tanto as ovelhas como os pastores. Esse mensageiro ainda falava, quando chegou a Jó a notícia de que fortes ventos do deserto fizeram desabar a casa de seu primogênito, trazendo a morte a seus dez filhos.

Alguns dias depois, Jó foi acometido por terrível enfermidade. Até esse momento, o temente homem de Deus não pecou com sua boca. Foi então que seus amigos vieram vê-lo e consolá-lo. Assentaram-se no chão com ele por sete dias e sete noites, sem palavras. Mas a atitude e os olhares condoídos deles fizeram com que Jó se enchesse de autocompaixão e até amaldiçoasse o dia do seu nascimento. Após os desabafos de Jó diante de Deus, buscando compreensão das questões sobre o sofrimento do justo, o próprio Senhor veio a Jó em um redemoinho e falou-lhe de seu cuidado e proteção.

Deus estava presente e o amava. E, depois de orar por seus amigos, Jó teve sua sorte restaurada pelo Senhor.

De seus sofrimentos ficaram apenas lembranças, como de águas que passaram. Descanse também nesse amor e provisão.

PAI, TU ESTÁS SEMPRE COMIGO, EU SEI. MESMO QUE EU PASSE PELO VALE DA SOMBRA DA MORTE, A TUA VARA E O TEU CAJADO ME CONSOLAM. OBRIGADO, SENHOR. AMÉM.