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Hoje pela manhã estava conversando com o meu esposo e nos lembramos de uma canção antiga, do Voz da Verdade, escrita sobre um dos componentes em estágio terminal de uma doença degenerativa.

E o inicio da canção é tão poético e real: “Que horas são Senhor?” É como se o enfermo perguntasse: Falta muito ainda? Já estás chegando Deus? Quantas vezes nos sentimos dessa forma não é? Quando estamos envoltos pela escuridão e o silêncio da noite, e só conseguimos pensar: Falta muito para o sol nascer?

E contrariando esse “pseudo-evangelho” triunfalista, a canção não pede alívio nas dores, nem o triunfo sobre elas, mas fala da esperança na glória, da morte sacrificial de Jesus, nosso exemplo maior.

Ele se esvaziou de si mesmo, e foi até o fim. Hoje, querido, eu quero te encorajar! Vá até o fim! Nossas renúncias, tribulações, nossas dores e mazelas produzem para nós um peso de glória que não podemos imaginar!

“Que horas são Senhor?
Levo as marcas da dor
E parece que essas horas não terminam mais

Minha honra já perdi
A coroa me caiu
Os meus ossos consumiram
E em pele me tornei

Mas há uma esperança além do infinito
E ela está mais perto do que o meu próprio grito
E esta esperança me faz lembrar da cruz
Que mesmo em muita dor morreu por mim Jesus

Ele é o nosso redentor
Pronto para nos salvar
Ele habita nas alturas
Fez o céu a terra e o mar
O seu nome é tremendo
Chamam-no Emanuel
Jesus é este Deus Conosco
Para sempre reinará…”