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Recebi esse texto de uma querida amiga por e-mail, e me encontrei aí. Me vi nos versos que Paulo escreveu para Timóteo e nas palavras de Davi. E do mesmo modo sinto-me consoloda, sei que Ele está no controle de todas as minhas circunstâncias.

“A solidão do idoso no crepúsculo de sua vida, a do jovem em seu quarto, a solidão daqueles que estão com seu coração partido, a solidão da dor, a solidão da perda, da doença, da incompreensão.  O fato é que a solidão pode nos alcançar a qualquer momento. Por vezes é uma solidão causada pela separação, por no sentirmos abandonados, mas também é o sofrimento de encarar a si mesmo, sem máscaras nem proteção. Podemos estar rodeados de colegas e amigos, e, ao mesmo tempo, sentir essa frustração, pois a necessidade de amar e ser amado nem sempre está satisfeita.

A solidão física pode ser um deserto em nossa visa, mas também pode ser um caminho para Deus. Jean-Paul Kauffmann, seqüestrado e mantido cativo no Líbano por três anos, escreveu: “Como Deus se manifesta? No silêncio, através do isolamento, da solidão e da renúncia! É claro que não tenho a menos saudade do tempo em que estive preso. Porém devemos admitir que a vida de uma pessoa livre conduz à distração e dispersão da personalidade. Então se perde essa proximidade com Deus.”

Às vezes é o próprio Deus que nos separa para estarmos a sós com Ele, para, desse modo, atrair nossa atenção. Não fujamos desses momentos que Ele deseja ter conosco, longe do turbilhão das ocupações.

Será que temos medo de Sua companhia?

“Todos me desampararam…Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me” (2 Timóteo 4:16-17)
“Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, Não temeria mal algum, porque tu estás comigo; A tua vara e o teu cajado me consolam.” (Salmo 23:4)